quarta-feira, 24 de outubro de 2007

SE O AMANHÃ NÃO VIER...


Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir,

Eu aconchegaria você mais apertado,

E rogaria ao senhor que protegesse você.


Se eu soubesse que essa seria a última vez que veria você sair pela porta,

Eu abraçaria, beijaria você, e chamaria de volta,

Para abraçar e beijar uma vez mais.


Se eu soubesse que essa seria a última vez que ouviria sua voz em oração,

Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua,

Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia após dia.


Se eu soubesse que essa seria a última vez,

Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer:

EU TE AMO Ao invés de assumir que você já sabe disso.


Se eu soubesse que essa seria a última vez,

Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao invés de pensar:

"Bem, tenho certeza que outras oportunidades virão, então eu posso deixar passar esse dia."


É claro que haverá um amanhã para se fazer uma revisão,

E nós teríamos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.

É claro que haverá outro dia para dizermos um para o outro: "EU TE AMO",


E certamente haverá uma nova chance de dizermos um para o outro: "Posso te ajudar em alguma coisa?

"Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o último dia que temos,

Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOCÊ,


E espero que nunca esqueçamos disso.


O dia de amanhã não esta prometido para ninguém, jovem ou velho,

E hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertado, a mão da pessoa que você ama.


Se você está esperando pelo amanhã, porque não fazer hoje?


Porque se o amanhã não vier, você com certeza se arrependerá pelo resto desua vida,

De não ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abraço, num beijo,

Porque você estava "muito ocupado" para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o último desejo que ela queria.


Então, abrace seu amado, a sua amada HOJE.Bem apertado.


Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de você.


Gaste um tempo para dizer:


"Me desculpe""Por favor" "Me perdoe"


"Obrigado"


ou ainda:


"Não foi nada"


"Está tudo bem".


Porque, se o amanhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo diade hoje.


Pois o passado não volta, e o futuro talvez não chegue.

É DIFÍCIL DEFINIR "AMIGO"

Amigo é quem lhe dá um pedacinho do chão, quando é de terra firme que você precisa, ou um pedacinho do céu, se é o sonho que lhe faz falta.
Amigo é mais que ombro amigo, é mão estendida, mente aberta, coração pulsante, costas largas. É quem tentou e fez, e não é egoísta para não querer compartilhar o que aprendeu.
É aquele que ajuda e não espera retorno, porque sabe que o ato de compartilhar um instante qualquer já o realimenta e satisfaz.
Amigo é quem entende seu sentimento porque já sentiu, ou um dia vai sentir, o mesmo que você.
Um amigo é compreensão para o seu cansaço e complemento para as suas reticências.
É aquele que entende seu desejo de voar, de sumir de vez em quando, sua sede de inovar sempre.
É ao mesmo tempo espelho que o reflete, e óleo derramado sobre suas águas agitadas.
O amigo se compadece pelos seus erros, e vibra com o seu sucesso.
É o sol que seca suas lágrimas, é a polpa que adocica ainda mais o seu sorriso.
Amigo é aquele que toca suas feridas com mãos de veludo; acompanha suas vitórias com euforia e faz piada para amenizar seus problemas.
Amigo é aquele que sente medo, dor, náusea, cólica, e chora, como você. E, se pudesse, sofreria no seu lugar.
Um amigo sabe que viver é ter história para contar.
É quem sorri para você sem motivo aparente, sofre com seu sofrimento, e é o padrinho natural dos seus filhos.
É aquele que encontra para você aquilo que nem você sabia que buscava. Amigo é quem lhe envia cartas, esperadas ou não, pequenos bilhetes em sala de aula, mensagens eletrônicas emocionadas.
É aquele que lhe ouve ao telefone mesmo quando a ligação parece caótica, com o mesmo prazer e atenção que teria se estivesse olhando em seus olhos.
Amigo é aquele que entende o que seus olhos dizem, sem precisar de palavras.
É aquele que adivinha seus desejos, seus disfarces, suas alegrias, e percebe seus medos.
Amigo é quem aguarda pacientemente que surja aquele brilho no seu olhar e se entusiasma quando o vê surgir.
É quem tem sempre uma palavra sob medida quando seus olhos se cobrem de lágrimas. E é também aquele que sabe quando você está lutando para sufocá-las na garganta.
Amigo é como lua nova, é como a estrela mais brilhante, é luz que se renova a cada instante, com múltiplas e inesperadas cores, que cabem todas na sua íris.
Amigo é verdade e razão, sonho e sentimento...
Amigo é aquele que lhe diz: "eu amo você" sem qualquer medo de má interpretação.
Enfim, amigo é quem ama você e ponto final. ........................... As doações de amizade pura enriquecem os companheiros de jornada. Quando outras emoções se enfraquecem no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada das pessoas que se estimam.
Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.
Por tudo isso, estendamos os benditos recursos da amizade real onde a discórdia tenta espalhar o escuro domínio que lhe é próprio.

Autor:Equipe do site www.momento.com.br, com base em texto de Marcelo Batalha, intitulado "Amigo, um Ensaio", disponível no site http://www.velhosamigos.com.br, e em verbetes do livro Dicionário da Alma, de Francisco Cândido Xavier, Ed. FEB.

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

A MULHER MINEIRA


O "caldinho" que envolve a mineira e dá a ela este jeitinho tão gostoso
foi preparado em panela de ferro num fogão à lenha!
Mineira não mente, conta lorota.
Não paquera, espia.
Não fica bonita, já nasce formosa.
Mineira não usa perfume e cheira gostoso demais (sô).
Mineira não curte um som, ouve música.
Não fala, proseia.
Mineira não come estrogonofe, mas adora um picadinho.
Não faz crediário, compra fiado.
Não fica pelada, mostra as "vergonhas".
Não erra, comete engano.
Não liga pra ninguém, mas telefona pra todo mundo.
Mineira ama diferente.
Flerta de longe, promete com o olhar e cumpre tudo o que nos fez sonhar.
Ela sabe que amor não é pra discursar, é pra fazer.
Ama com os olhos, com as mãos, com o sorriso, com os gestos.
Conheci muitos tipos de brasileiras.
Faceiras, trigueiras, formosas, poderosas, turbinadas,loiras, morenas,
mulatas, bonitas, mas lhes falta essa brejeirice das mineiras, essa
paciência de tecer sem pressa uma teia de aconchegos e mimos, de
lembranças e sorrisos, que nós das gerais tanto apreciamos.
Existem coisas que já nascem com a mulher e muitas destas coisas estão
diretamente ligadas ao lugar.
Mineira faz doce como ninguém neste país.
Quem já provou doce de cidra ou de leite feito por mineira, sabe o que é
bom.
Goiabada e marmelada, então, nem se fala.
Mineira ensina mais porque, o que há de importante, ela já nasceu
sabendo.
Mineiras se embelezam com bijuterias e ofuscam o brilho de jóias raras.
Vestem-se de chita e ficam bonitas, porque mineira não segue moda: faz
moda.
Mineira não usa tênis, enfeita as alpercatas.
Mineira vai à igreja, assiste missa, comunga, mas por via das dúvidas
toma um passe no centro espírita e joga rosas vermelhas pra Iemanjá no "
corgo " de frente à horta.
Sabe que são misteriosos os caminhos que levam às graças de Deus.
Escondida por trás da simplicidade de toda mineira está uma guerreira...
Escondida atrás de toda simplicidade e graça está uma brasileira

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Um Dia De Merda!




Um dia de merda - Luis Fernando Veríssimo

Aeroporto Santos Dumont, 15h30min, senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse. Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas.
Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão. "Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo." O avião só sairia as 16h30. Entrando no ônibus, sem sanitários. Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto.
Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: "Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro."
Nesse momento, sentí um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda. O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: "Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido a obras na pista." Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo! Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas.
Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado.
Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, sentí um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado.
Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal. Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei sério: "Cara, caguei." Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois,aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle.
"Que se dane, me limpo no aeroporto." - pensei. "Pior que isso não fico."
Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda.
Desta vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés. E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado? Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez.
Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar Modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto.
Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.
Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas.
Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiênico em todos os cinco. Olhei para cima e blasfemei: "Agora chega, né?"
Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que concluí como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.
Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o "check-in" e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte.
Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pulôver de gola “V". A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.
Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar. À invenção e à mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu.
Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola "V", sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o "RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO" e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria.
A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir:
"Nada, obrigado. Eu só queria esquecer este dia de merda!!!"

Isto sim foi uma polêmica!


O Gordo No Motel



É amigos, as coisas mudam... quando me casei pela primeira vez a uns bons 25 anos atrás, minha primeira mulher me achava um tesão, descasei depois de 21 anos e me juntei com outra mulher e essa já me achava um pesão!

Daí estive refletindo e há certas coisas que me incomodam.

Algumas ocasiões são realmente muito desagradáveis na vida de um gordo.

Ir a um motel, com toda certeza, é uma delas. Tudo em um motel parece que foi projetado minuciosamente para sacanear com a cara dos obesos.

Reparem só. Na grande maioria desses estabelecimentos é preciso subir uma escadaria para chegar ao quarto. Isso não se faz. Ou o gordo trepa ou sobe escada. As duas coisas no mesmo dia são impraticáveis. O gordo chega tão esgotado no quarto que parece até que já deu duas no caminho.
A parceira, então, propõe uma hidromassagem para relaxar. O que, na verdade, quer dizer: "Por que você não vai tomar banho, seu gordo sebento?". Já na banheira, o gordo percebe que nem a água quer ficar com ele. Metade cai fora, preferindo manter uma relação mais íntima com o chão do banheiro. Dá um friozinho na barriga. Até porque parte da barriga, como um iceberg, fica pra fora da espuma.
Mas é na saída do banho que a situação fica ainda mais ridícula. Chega o fatídico momento de colocar o roupão. É triste. Com algum esforço, o cinto até fecha, mas o roupão não. Fica aquele decote tipo Luma, que dá pra ver até o umbigo. Só que no lugar da Luma está o Jô, saca? É constrangedor.

Quando o gordo finalmente chega no quarto, a situação consegue ficar ainda pior. Se um elefante incomoda muita gente, dez elefantes de roupão refletidos nos espelhos incomodam muito mais. Para que tanto espelho? Se o próprio gordo já fica mal, imagina a parceira cercada pela manada? Se eu fosse ela, não dava mais de comer aos animais. Mas de todos os espelhos o mais cruel, sem dúvida, é o do teto. A vista é estarrecedora. Dá até para entender por que a maioria das mulheres transa com os olhos fechados. Acho que a única utilidade de tantos espelhos e prá gente conseguir ver o pinto que a barriga não deixa a gente ver há muitos anos. Já faço até xixi no piloto automático. Eu, como sou um gordo experiente, uso uma tática infalível: ligo o ar-condicionado no máximo para forçar o uso do lençol. Afinal, o que os olhos não vêem.........

(Texto: Bussunda)

(Só podia ser dele...)

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Historinha

Um engenheiro foi chamado para solucionar um problema em um computador de grande porte e altamente complexo. Um supercomputador 70 milhões de dólares. Sentado em frente ao monitor, pressionou algumas teclas, balançou a cabeça, murmurou algo para si mesmo e desligou o computador. Tirou uma chave de fenda de seu bolso e deu meia volta em um minúsculo parafuso.

Então ligou o computador e verificou que tudo estava funcionando perfeitamente.
O presidente da empresa se mostrou maravilhado com a eficiência do engenheiro e ofereceu pagar a conta, ele mesmo no naquele instante.

- Quanto lhe devo? - perguntou tirando do bolso o talão de cheques.

- São dez mil dólares, por favor.

- DEZ MIL DÓLARES???? - berrou o presidente - Dez mil dólares por dois minutos de trabalho? Nem eu ganho isso! Dez mil dólares para apertar um mísero parafuso? Eu sei que meu computador vale 70 Milhões de dólares, mas dez mil dólares é uma afronta à minha inteligência! Eu devia chamar a polícia, seu ladrão safado! Mas vou fazer o seguinte: Pagarei somente se receber uma nota fiscal com todos os detalhes técnicos específicos que justifiquem tal valor.

O especialista balançou a cabeça concordando e saiu. Na manhã seguinte, o presidente recebeu a nota fiscal, leu com cuidado, balançou a cabeça e preencheu o cheque no mesmo instante sem reclamar.

A nota fiscal dizia:

Serviços prestados:
Apertar um parafuso.................................
US$ 0,01
Saber QUAL parafuso apertar....................
US$ 9.999,99
Total......................................................
US$ 10.000,00

Moral da estória: Dizem que não se cobra pelo que se faz, mas pelo que se sabe! Soluções simples resolvem problemas complexos. O que diferencia os profissionais dos amadores é saber exatamente o que fazer!

Então quando seu fisioterapeuta te cobrar R$ 200 para lhe prescrever bolsa de áqua quente para sua dor nas costas, PAGUE SEM RECLAMAR, SEU MUQUIRANA!